Você ronca, acorda cansado mesmo dormindo 8 horas e sente sono durante o dia? Esses são sinais clássicos de apneia obstrutiva do sono — um distúrbio que afeta cerca de 33% dos adultos brasileiros e, quando não tratado, aumenta o risco de problemas cardiovasculares, AVC e até acidentes de trânsito.
O que muita gente não sabe: o dentista pode tratar apneia do sono. Com um aparelho intraoral sob medida, é possível manter as vias aéreas abertas durante a noite — sem máscara, sem ruído, sem desconforto. Na experiência da Dra. Viviane, pacientes que abandonaram o CPAP encontram no aparelho intraoral uma solução eficaz e confortável.
O que é apneia do sono?
A apneia obstrutiva do sono (AOS) acontece quando os músculos da garganta relaxam excessivamente durante o sono, bloqueando parcial ou totalmente a passagem de ar. Cada episódio de bloqueio (apneia) dura pelo menos 10 segundos e pode se repetir dezenas ou centenas de vezes por noite.
O cérebro detecta a falta de oxigênio e acorda brevemente a pessoa — tão rápido que ela não percebe. Mas esses micro-despertares fragmentam o sono e impedem que você atinja as fases profundas de descanso.
Sinais de alerta — você pode ter apneia e não saber
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Ronco alto e frequente Especialmente se acompanhado de engasgos ou pausas respiratórias
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Cansaço excessivo durante o dia Sonolência mesmo após uma noite "completa" de sono
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Dor de cabeça matinal Causada pela queda de oxigênio durante a noite
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Dificuldade de concentração Memória fraca, irritabilidade e queda no rendimento
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Acordar com boca seca Respirar pela boca durante a noite é sinal de obstrução nasal ou apneia
Se você se identificou com 2 ou mais sinais, uma avaliação pode mudar sua qualidade de vida. Conheça mais sobre ronco e apneia do sono.
Quero deixar registrado o quanto fui bem atendida pela Dra. Viviane! Uma profissional maravilhosa, competente e que realmente se preocupa com o bem-estar do paciente. Super recomendo!
Riscos da apneia não tratada
A apneia vai muito além do ronco. A queda repetida de oxigênio durante a noite causa estresse no sistema cardiovascular e compromete funções cognitivas:
Estudos mostram que apneia moderada a severa dobra o risco de hipertensão e aumenta em 3 vezes o risco de AVC. Tratar a apneia não é apenas dormir melhor — é proteger a saúde a longo prazo.
Diagnóstico
O diagnóstico da apneia segue um processo estruturado:
- Avaliação clínica — histórico de sono, exame das vias aéreas, da oclusão e da ATM
- Polissonografia — o exame padrão-ouro que monitora o sono em detalhes (pode ser feito em laboratório ou em casa)
- Índice de Apneia (IAH) — classifica a gravidade: leve (5-15), moderada (15-30) ou severa (>30 eventos/hora)
Na avaliação, a Dra. Viviane examina a anatomia das vias aéreas, a posição da mandíbula e os sinais de obstrução. Se indicado, encaminha para polissonografia e trabalha em conjunto com o médico do sono.
Como o dentista trata apneia
O tratamento dental da apneia utiliza o aparelho de avanço mandibular (MAD) — um dispositivo intraoral feito sob medida que avança suavemente a mandíbula durante o sono, impedindo o colapso das vias aéreas.
O aparelho intraoral é indicado pela Academia Americana de Medicina do Sono como primeira linha para apneia leve a moderada e como alternativa ao CPAP para pacientes com apneia severa que não se adaptaram à máscara.
Para quem é indicado o tratamento dental
O aparelho intraoral funciona melhor em perfis específicos:
- Apneia leve a moderada (IAH 5-30) — indicação primária
- Apneia severa com intolerância ao CPAP — alternativa comprovada
- Ronco primário sem apneia — excelente resultado
- Pacientes que viajam — muito mais prático que o CPAP
- Complemento ao CPAP — reduz a pressão necessária
Na avaliação, a Dra. Viviane analisa sua anatomia, resultado da polissonografia e histórico para indicar a melhor abordagem.
Sou paciente da Dra. Viviane há anos e sempre fui atendido com excelência. O atendimento é altamente profissional, com uma abordagem que alia competência a um cuidado humano difícil de encontrar.
Perguntas frequentes
Nem todo ronco é apneia, mas todo paciente com apneia ronca. Se o ronco é alto, frequente e acompanhado de pausas respiratórias ou engasgos, a investigação é recomendada.
Para apneia leve a moderada, sim — é primeira linha de tratamento. Para apneia severa, pode substituir quando o paciente não se adapta ao CPAP, ou ser usado como complemento.
A adaptação leva cerca de 1 a 2 semanas. O aparelho é feito sob medida a partir de moldagem digital e tem ajuste progressivo. A maioria dos pacientes se adapta rapidamente e relata melhora imediata no sono.
A polissonografia é o exame padrão-ouro para diagnosticar apneia e classificar a gravidade. É fundamental para indicar o tratamento correto. Pode ser feita em laboratório ou domiciliar.
Sim. Mesmo a apneia leve causa fragmentação do sono, cansaço diurno e, a longo prazo, aumenta riscos cardiovasculares. O tratamento com aparelho intraoral é simples e eficaz para esses casos.
Sim. Hipertrofia de adenoide e amígdalas, respiração bucal e má oclusão podem causar apneia infantil. Sinais: ronco, sono agitado, respiração bucal e dificuldade escolar. O tratamento ortodôntico pode ajudar a expandir o palato e melhorar a via aérea.
O aparelho intraoral é de uso contínuo durante o sono — semelhante a uma placa oclusal. Enquanto houver apneia, o uso é recomendado. As consultas de acompanhamento são a cada 3 a 6 meses.
Próximo passo
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